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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Soneto XI

Arte sem muita palavra
Te nomeio a minha guia
A mui destarte a telemetria
A tua dose, o teu culto é uma lavra

Pensamento metempsicótico, alegria
Traz-me dos conceitos, urge,
Cataclismos qu'os refuge
A passeios enrolando sua fia

Fiando entre almas é o cume
Quando se estranha tua magia
Mais alta e sustenida filosofia

O ascendente d'O Louco me cava
E a ser-me, acima de mim a empatia
Reembaralhava o ser meu costume

Tremeloquente, de mim tu acertava.

Petro

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