Não se force,
Vê bem isso;
Não insiste.
Existe
Por aí
Mais do que é preciso
Muito mais, por sinal,
A cor do céu à tarde
Este anil espantoso
Arde em Vênus
E a Stella Maris
Insurge, com muito pouco,
Pouquíssimo, o ar enche os pulmões
E retira aquele fado e aquela
[sina
Quando acordamos
Para a noite, nada ensina
[melhor
Que o enternecimento
[pálido da lua.
Calma; dosa um tanto,
Joga ali, esquece acolá
Te embebede do pôr do Sol,
Raia tua angústia sempre à
[sombra
Para que não queime e te torre a
Paciência,
A tantas, busca ânimo
Evita a morte;
Sucumbe à Vida
Detesta e ama ao mesmo
[anfiteatro
Onde atuam as
dores humanas,
Sê lépido --- uma criança.
Atreve-te!
Ocupa-te, sem rancor, da
[felicidade,
bonachona o fiel da balança
ela te espreita,
Deixa-te que
te carregue e mime.
Petro
Blog estritamente com fins literários. Peço,por meio desta, aliás, exijo os direitos sobre tudo o que está escrito. Sem brincadeira, respeitem o espaço, para evitarmos complicações judiciais. Agradece, Pedro Costa.
domingo, 13 de dezembro de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário