Então vimos já muito do que não ao certo consideramos antes de poder mesmo ver; muito do qual a avaliação passara despercebida, o oráculo do quanto foram tais, passado como sem necessidade de algum através do que ver; apenas vimos, há no ali, recôndito e escondido talvez mais que poderíamos imaginar, feito jamais privássemos da obscuridade, ela se-nos passou, e sem nenhum efeito; e como isto nos conforta: apenas ver; sem sentir ver, usar dos sentidos quais as ameaças quem são: para o pensamento e o juízo que fazemos das cousas; qual o quê!, nos vemos então sem fastio, sem considerar; sem visão!
Petro
Mais um pouco, e a ciência alija até
o efeito de uma paixão --- a paixão
pela ciência é o amor ao desespero,
pela lógica, é a queda pela vida E-
terna e, por a Justiça, o desejo huma-
no de parecer imperfeito ante desuses;
forjá-los nos parece (ou, faz-nos pa-
recer) humildes.
Petro
Blog estritamente com fins literários. Peço,por meio desta, aliás, exijo os direitos sobre tudo o que está escrito. Sem brincadeira, respeitem o espaço, para evitarmos complicações judiciais. Agradece, Pedro Costa.
sábado, 26 de dezembro de 2015
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