Blog estritamente com fins literários. Peço,por meio desta, aliás, exijo os direitos sobre tudo o que está escrito. Sem brincadeira, respeitem o espaço, para evitarmos complicações judiciais. Agradece, Pedro Costa.

domingo, 10 de janeiro de 2016

A fatia que nos cabe

É merecedor apenas, e sob um aspecto limitado, o que, para o próprio regozijo, admite a falta de glória em cambiá-lo com as intempérie do dever; àquele agente altruísmo a confortar dadas ocasiões deve haver nele uma centelha de sinceridade para a qual voltar-se em reflexão e conferir se a ação foi feita ainda pelo amparo da Lei; pesar quaisquer incorreções para poder-se admitir o louro das demais ações recorrentes. Pouco comum no acesso da consciência limpa, o recobro da situação onde fez-se pelo outro como gostaria a si da mesma maneira; os modos pelos quais e através dos quais mostramos provas de caráter e as convenções estipuladas, em também recobrando-las a posteriori revolucionam no espírito, sob a marca da causalidade, o conhecimento que definimo-lo Paz, erradas seriam as demais convicções e delimitadas como tal, evitá-las ou mesmo sobrepujá-las é o modo que adquire o caráter na prática de boas ações; por evitar uma falha da Lei, a qual por sua vez, permite que ajamos conforme a ilusão do "livre-arbítrio". Desvincular, porquanto em ações dignas e merecedoras, o caráter da Lei torna-se forçoso; aconselhável e muito embora proibido, o teor da virtude em cambiável pode ser admitido --- qual a fatia da Lei que nos cabe.

Petro

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