Blog estritamente com fins literários. Peço,por meio desta, aliás, exijo os direitos sobre tudo o que está escrito. Sem brincadeira, respeitem o espaço, para evitarmos complicações judiciais. Agradece, Pedro Costa.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Dístico para um momento de Solidão

(I)

Dístico para um momento de Solidão,

Em cada árvore e, num elíptico, aumenta

Qualquer de um giro oculto

De que oiço um farfalhar

Pelo dó a em se-me fazer Alma ladra

Um ganido é o som e deixo-me levar

A vez, um Enfant é a máscara predileta em meu rosto --- retenho a silhueta e o tempo em meus ouvidos é a palidez magenta qu'o coroa a lua.

Vamo-nos, todos nós, à rua para conversar; o oiço --- quem me chame e qual tua voz ---, Ó Enfant, dentre corpo nu d'Alma a tardar,

Enfant neófito!

Valei-me teu menor soturno versejar;
Lua; lua -- luar!
Mas -- Ó, que esquisito!

Ó, o meu espírito!
De tey pender-se é prematura a minha Alma e o meu corpo tão natimorto ---

mas vá lá!

O quê me diz?
O silêncio -- o quê te diz?
Inocêncio!
Sim! É teu novo nome, ao estranho lavrar corpete em minh'Alma,
És um Enfant!
És inocente!!!
Nada posso fazer-te de mal, que mal anda o mundo, Ó
                                                                                                [(Inocêncio)
Que mal!
Que mal!
Qual! Qual! Qual!


(II)

Vi, e em mim, por que tudo transborda?
Eu não o alcanço, se porque és mais alto, Ó se és, o espírito! A cousa derramada
perfídia demoníaca,]

e, em meu torno a girar...

(III)

Num sem versos, de um sem inspiração...
Para a noite! Para a Noite! Noite! NOITE!

Só!

Nenhuma linha mais...
Nenhum sofrimento ainda; Peloponeso e Parnaso! E, Egito! Ó, o Faraó! Ó! Ó!

Nenhuma NOITE mais!

Nenhum prazer ainda...

nenhumas nenhumas nenhumas nenhumas nenhumas nenhumas nenhumas

                                                                                                                               [cousas
que são clausura!

Não !!!

Dístico para um momento de Solidão sem nome.

Bela vista daí, Ó, Inocêncio! Que me diz, tu, não me vês!! Nunca!? Enfant!

Pele nova, siblindo, subindo e subindo!!!!!
Lindo!

Tu és Lindo! Nada mais!
Sem dores...
Sem prazeres...
Sem correntes...
sem e sempre sem.

(IV)

porque!
finda!
faz!
termina!
gaelico!
cristão!
mordaz!

porque!
por que!
por quê!
porquê!
porqueses!
e portugueses!

(V)

Nesta, e somente sai uma, e que é esta frase!

nuentanto

Sois cristais!
Cristais!

na ruAaAsas
e há pessoas.

Mas oiço voarem às oondas, e àasas, e as pessoas.

(VI)

Geratriz!

(VII)

Acabou!
]Vais, então, Inocêncio...
Vais longe e podes já ir.
E vir.

Quando quiseres,
Eu estarei aqui, sempre.
geadas

(VIII)

O vento sopra.
É noite enfim.
Para casa, vamos, por bastante estivemos na rua, e conversamos...

Pedtro

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